Os crânios foram achados pelo motorista
Adalberto José de Santana, de 61 anos, que chegava para trabalhar em uma
empresa de remoção de entulhos localizada próximo ao terreno baldio.
“Quando vi os crânios, esperei uma viatura da PM passar e avisei os
policiais. Fiquei impressionado. Nunca tinha visto uma situação dessa.
Alguém desovou isso. É chocante”, disse.
Policiais militares do Batalhão de
Choque isolaram o local até a chegada de peritos do Instituto de
Criminalística Carlos Éboli (ICCE). Após a perícia, os restos mortais
foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML). A delegada Renata
Araújo, da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio, confirmou que
são crânios humanos: “Provavelmente são ossos de estudo”.
Há pelo menos duas faculdades
particulares e um hospital público em um raio de 300 metros do local
onde os restos mortais foram deixados. Câmeras de monitoramento do
trânsito da Avenida Presidente Vargas podem auxiliar a polícia a
identifi



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