A Coca-Cola alegou que o programa afirmava supostas práticas ilícitas praticadas pela empresa, como sonegação fiscal, corrupção ativa, concorrência desleal e adição de substância entorpecente ao xarope do refrigerante. Em sua defesa, a Dolly afirmou os participantes do programa foram meros entrevistados e não foram orientados a se pronunciar contra a Coca-Cola. Já a Rede TV! declarou que não tinha responsabilidade sobre o conteúdo veiculado no programa, pois o espaço na programação foi acertada entre a Dolly e um terceiro, com autorização para comercializar horários na grade de programação da emissora.
Para o tribunal, a intenção de prejudicar a imagem da Coca-Cola era clara, principalmente por entrevistar ex-funcionários, parlamentares e autoridades públicas que acusavam a empresa por irregularidades. O tribunal ainda entendeu que a emissora é responsável pelos atos lesivos praticados pelos programas produzidos por terceiros que adquirem o espaço.



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